maxresdefault (300)

Repórter Roberto Cabrini desabafa sobre o coronavírus e causa polêmica

Roberto Cabrini está dando o que falar nas redes sociais. O motivo? O apresentador do SBT surgiu no Conexão Repórter desabafando sobre a crise do novo Coronavírus. A declaração, que está dividindo opiniões, foi ao ar na segunda-feira (20).

Roberto-Cabrini-coronavirus
Crédito: Reprodução/SBT

Na ocasião, o jornalista comentou que sobram vagas nos nossos hospitais e que “o Brasil apresenta o segundo maior caso de sucesso no controle do coronavírus, atrás apenas da Coreia do Sul”. Roberto Cabrini ainda pontuou que é possível que, “daqui a um ano, mais do que pandemia, estejamos falando sobre o alarmante número de contratos sem licitação, assinados em caráter de emergência para compras de equipamentos médicos e produtos de proteção superfaturados”.

“O número de pacientes recuperados da Covid-19 no Brasil, não sei se você sabe, é seis vezes maior do que o número de vítimas fatais”, disparou o apresentador.

Um internauta defendeu o repórter: “Roberto Cabrini, um dos maiores Jornalistas do Brasil, investiga e desmascara o circo de mentiras criado em torno do coronavírus! Demorou um jornalista de ponta mostrar a verdade”.

Malafaia ecoa Cabrini e diz que imprensa contribui para “clima” de pânico no povo

A abordagem dos grandes veículos de comunicação brasileiros diante da pandemia de Covid-19 vem sendo amplamente criticada pelo pastor Silas Malafaia, que decidiu ecoar uma crítica feita pelo jornalista Roberto Cabrini contra o tom de terrorismo nas reportagens.

Malafaia disse que o comentário de Cabrini “detonando toda essa safadeza que envolve essa questão de coronavírus no Brasil” é um contraponto à postura da imprensa, que exalta o caos e resiste a dar ênfase aos sucessos de várias frentes no combate à pandemia.

Cabrini aproveitou uma reportagem exibida sobre o assunto, no SBT, para questionar o alarde sobre um possível colapso do sistema de saúde e os contratos feitos sem licitação, que são mais vulneráveis e passíveis de corrupção através do superfaturamento.

“Vamos bater um papo sério: neste hospital que você acabou de ver, que é público, existem muitos leitos de UTI à disposição. Em outros hospitais particulares a gente chegou, a situação é a mesma. Aliás, se a gente considerar a evolução da doença nestes 32 dias de pandemia no país, o Brasil apresenta o segundo maior caso de sucesso de controle de coronavírus até aqui”, contextualizou o jornalista.

Em seguida, Cabrini aponta como a atuação da imprensa colabora para a corrupção nesse caso: “É possível, meus amigos, que daqui a um ano, mais do que pandemia, estejamos falando sobre o alarmante número de contratos sem licitação assinados em caráter de emergência para compra de equipamentos médicos e produtos de proteção superfaturados, tudo isso é claro tirando proveito do clima criado até esse momento, clima de pandemia”, disparou.

“O número de pacientes recuperados da Covid-19 no Brasil é seis vezes maior que o número de vítimas fatais. Outra coisa: quando as pessoas que organizaram o carnaval no Brasil, esse ano, vão afinal pedir desculpas à população pela aglomeração que causaram?”, questionou, em crítica direta aos governadores e prefeitos que não tomaram medidas preventivas quando já se sabia do potencial contagioso do novo coronavírus.

Após exibir a fala do jornalista, o pastor Silas Malafaia pontuou que quando foi feita a gravação, o dado sobre a proporção de recuperados em relação aos mortos pelo novo coronavírus era inferior ao atual: “Hoje oscila entre nove e dez vezes mais!”, comentou.

“Aquilo que a imprensa esconde de você: no mundo, o número de recuperados é de quatro vezes [o de mortos]. No Brasil […] a recuperação é aproximadamente nove vezes mais. Gente, isso é uma vergonha. Esses dados a imprensa poderia publicar para acalmar o povo, diminuir o pânico. É uma safadeza por interesses econômicos e políticos”, criticou o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC).

Confira a fala do Malafaia:

 

Fonte: Gospel+

 

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *